sábado, abril 20, 2024
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Líder evangélico do Alphaville é preso por crimes sexuais contra três mulheres

por: Redação

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Victor Bonato é um dos fundadores do grupo Movimento Galpão e admitiu publicamente os estupros de que é acusado

Victor Bonato durante pregação no Movimento Galpão/Imagem: reprodução do Instagram Pessoal

O influencer evangélico Victor de Paula Gonçalves, que se apresenta como Victor Bonato, foi preso sob a acusação de crime de estupro contra ao menos três mulheres que frequentavam suas pregações. Ele admitiu publicamente ter cometidos os crimes.

Victor tem 25 anos e é um dos fundadores do Movimento Galpão, voltado principalmente ao público evangélico dos condomínios do Alphaville e Tamboré. Ele tem mais de 145 mil seguidores no Instagram e se tornou conhecido pelos cultos transmitidos pelas redes sociais endereçadas aos jovens.

Detido na cidade de Cesário Lange, no interior paulista, em 20/9, ele foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri e seu caso está sendo conduzido em segredo de Justiça, por isso, só agora sua prisão se torna conhecida.

Os estupros de que é acusado ocorreram entre janeiro e setembro deste ano fora do ambiente religioso. As três vítimas que fizeram a denúncia têm 19, 20 e 24 anos de idade e a polícia investiga se há outros casos. Para a polícia, Victor se aproveitava da posição de líder do movimento para abusar das seguidoreas.

Na véspera de ser preso, ele admitiu os crimes em vídeos publicados nas redes sociais. “Eu errei como homem e estou aqui me confessando e pedindo perdão como homem. Quero pedir perdão às meninas com quem eu falhei, que eu defraudei e magoei, com quem eu não tive atitude de homem”, diz, em uma mensagem.

Na véspera da prisão do influencer, o movimento divulgou nota nas redes sociais que dizia que Victor não fazia mais parte do grupo por “alguns acontecimentos que ferem diretamente o que o Galpão acredita e segue, fere a palavra e está em desacordo com o que Jesus nos ensina”.

O grupo também anunciou ter fechado o local onde eram feitos os encontros religiosos para realização de reforma, mas citou que a decisão ocorre “em razão da apuração dos fatos que estão sendo divulgados”.

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