sábado, maio 18, 2024
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Preso traficante responsável por cemitério clandestino em Carapicuíba

por: Redação

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Segundo investigações, ele é um dos braços direitos da facção criminosa que executava tribunal do crime. Pelo menos cinco corpos já foram identificados

A Polícia Civil de Carapicuíba divulgou nessa segunda-feira, 7/2, a prisão de um traficante apontado como um dos responsáveis pelo cemitério clandestino descoberto recentemente no Parque Primavera, em uma área de mata fechada que faz divisa com Osasco e Cotia, próximo do rodoanel Mário Covas.

O traficante preso é apontado pela polícia como um dos responsáveis pelo cemitério clandestino descoberto em Carapicuíba em janeiro desse ano/Fotos: Divulgação

Identificado como Mauro dos Santos de Oliveira, de 49 anos, conhecido como Rincón, o criminoso, segundo conclusões das investigações de agentes do 1º DP de Carapicuíba, teria o comando da comunidade do São Remo, localizada na divisa dos bairros do Butantã e Rio Pequeno, e seria um nome respeitado dentro da hierarquia criminal. “Ele era muito respeitado lá [na comunidade], houve repercussão na região depois da prisão dele”, declarou o delegado Marcelo José do Prado.

No momento da prisão, o acusado teria tentado quebrar o próprio celular na intenção de impedir que a polícia tivesse acesso aos dados contidos no aparelho. Mesmo assim, conseguiu enviar o celular para perícia e obteve autorização para a quebra de sigilo. “Acreditamos que tenha muita coisa a ser esclarecida a partir da extração de dados desse telefone, tanto com relação ao tráfico, como com o tribunal do crime, ao cemitério clandestino”, afirmou Marcelo Prado, responsável pelas equipes de investigação de Carapicuíba.

Mais corpos identificados

De acordo com a polícia, mais cinco corpos, entre os quase 30 encontrados enterrados no cemitério clandestino, foram identificados e as famílias estariam sendo notificadas. Com a identificação das vítimas, os criminosos poderão ser responsabilizados também pelos homicídios.

Mais cinco vítimas, além da escrivã de polícia Liliane Júlia do Nascimento, teriam sido identificadas

A primeira vítima identificada no cemitério clandestino foi a escrivã de polícia Liliane Júlia do Nascimento, de 47 anos, moradora de Jandira, que estava afastada das atividades. As investigações apontam que a policial foi executada provavelmente por ser uma agente de segurança. Uma testemunha presenciou o sequestro de uma mulher que pode ser a vítima.

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