sexta-feira, junho 24, 2022
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Ponte disputa sua terceira final consecutiva

por: Redação

Desde que subiu, time do Belval chegou a todas as decisões do futsal. Perdeu duas, mas este ano sua fanática torcida garante que será diferente

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Garra, técnica e a certeza que nenhum jogo está perdido levaram a Macaca à mais uma final/Fotos:BnR

A Ponte Preta do Jardim Belval entra em quadra neste sábado, 29/10, para disputar sua terceira final consecutiva da primeira divisão do Campeonato Municipal de Futsal. Como a Macaca subiu em 2013, isso significa que ela chegou à decisão em todos os anos. O problema é que o time perdeu as em 2015 e 2016. Mas agora, a fanática torcida da alvinegra tem certeza que as coisas serão diferentes.

A Ponte fez um campeonato de altos e baixos este ano. Esteve sempre entre os classificados, mas penou com contusões e ausências e teve que se valer de muita garra para seguir adiante. Não foram poucos os jogos considerados perdidos em que o time foi buscar o resultado no final. Duas apostas da equipe, Resala e Lucas, não puderam jogar, o primeiro por ter ido jogar no Mogi, o segundo por ter fraturado o pé.

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Pedrinho e Peru: entrosamento

O time base joga há muito tempo junto. Este ano, contou com o excelente goleiro Alê, destaque ao longo de todo o campeonato e fundamental na semifinal contra o Trovoada, quando pegou quatro pênaltis. Na linha, Peru, prata da casa, se destaca pela técnica misturada com muita garra. Para o Tevez do Belval, não tem bola nem partida perdida. O quinteto base se completa com Pedrinho, o artilheiro dos momentos complicados, Pardal e William.

Saiba mais do adversário: Atlético UFA

História

A Ponte, que este ano está completando 40 anos. é dos times mais antigos em atividade em Barueri. Em 1976, um grupo de rapazes do Jardim Belval, liderados por Toco e Ditinho, decidiu formar uma equipe para enfrentar os grandes da época. Os primeiros tempos foram difíceis, mas logo apareceu a tradicional garra ponte-pretana e o time não parou mais de crescer.

Há 37 anos a Ponte está sob o comando da família Miguel. O primeiro a assumir o time, em 1979, foi Francisco Jorge da Silva. Na época, seus filhos Maxwell e Marcelo, ainda meninos, seguiam o time para toda parte, muitas vezes a pé. Quando Francisco não pôde mais comandar, quem tomou a frente foi sua mulher, Antônia Miguel de Oliveira. Hoje o time está nas mãos dos filhos do casal, justamente Maxwell Miguel, o presidente, e Marcelo Miguel, o Kpella.

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Torcida fanática e fiel: com a Ponte em toda parte

O time tem vários motivos de orgulho. Um, é o de ter enfrentado os clubes mais antigos do Belval de igual para igual. No campo, a Ponte foi campeã invicta da Copa Belval, torneio que era disputado com muita disposição pelos times do bairro.

Esta história de superação ajudou a formar uma das maiores e mais fanáticas torcidas de Barueri, que acompanha o time por toda parte. Esse fanatismo, que faz a diferença, também provocou problemas. A Ponte já foi rebaixada por causa de briga de torcedores.

E um dos momentos mais lembrados por torcedores e dirigentes tem a ver com essa paixão. Em 2009, a Ponte disputava a semifinal contra o Engenho. Como havia perdido o primeiro jogo por 4 a 1, todos diziam que a Macaca já estava morta. Mas o time venceu e forçou a prorrogação, quando houve uma grande confusão entre torcedores. Foi necessário chamar a Guarda Municipal, que cercou a quadra. No fim, o tempo extra acabou empatado e a Ponte caiu fora. “Mas a superação do time e o medo deles em quadra ficaram marcados para sempre”, conta Kpella. Isso é a Ponte Preta.

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