sábado, maio 18, 2024
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Pacientes são informados que oncologia no Hospital Municipal foi encerrada

por: Redação

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Segundo familiares, o HMB tem informado que está suspensa a realização de exames e as pessoas estão sendo encaminhadas para a fila de espera do Icesp

Pacientes que tratam de câncer no Hospital Municipal Francisco Moran (HMB) tem sido informados que tratamentos oncológicos não estão sendo mais feitos no local, mesmo no caso de quem já se tratava ali. Desde o início do mês, segundo relatos de leitores do BnR, eles recebem a informação de que passarão se atendidos no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), que funciona na capital.

A neta de uma paciente idosa conta que sua avó trata de câncer no hospital há dois anos. Três meses atrás, ela passou por uma cirurgia que obrigou a colocação de uma bolsa de colonoscopia e sua recuperação vinha sendo acompanhada por uma mécia oncológica e pelo cirurgião que a operou.

Ela deveria esperar um prazo de três meses para, de acordo com a evolução, retirar a bolsa. No final de junho, porém, ela foi informada que a tomografia de contraste, necessária para o procedimento, estava em falta. Como esse exame é necessário para continuar a quimioterapia, tudo foi paralisado.

Mas o drama ainda não havia chegado ao fim. Na volta para consulta com a oncologista, no início deste mês, depois de três horas de espera sem explicações, a paciente foi chamada e informada por uma médica que o hospital havia interrompido os tratamentos de câncer e que a partir de então ela seria encaminhada para a fila de espera do Icesp.

Lá, só quando conseguir atendimento, ainda sem data prevista, ela poderá retomar a quimioterapia. A família afirma não ter condições financeiras nem de disponibilidade de pessoas para levar a idosa regularmente a São Paulo para consultas e sessões de quimio.

Outra leitora relata caso semelhante que ocorre também com avó. Desde 30/5, ou seja, há 70 dias, tenta iniciar tratamento oncológico sem sucesso. Segundo ela, o hospital nega a realização de uma tomografia pós-cirurgia feita no próprio hospital. Enquanto isso, a avó tem sofrido de convulsões frequentes e não tem conseguido encaminhar a realização de exames até mesmo nas UPAs.

Na semana passada, o Barueri na Rede procurou a prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom) pedindo esclarecimentos sobre os dois casos e para que fosse confirmada ou desmentida a informação de que os tratamentos oncológicos no HMB não estão mais sendo realizados, mas até o fechamento desta reportagem não recebeu nenhuma resposta.

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