quarta-feira, junho 19, 2024
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Moradora de Itapevi é espancada até a morte por namorado

por: Redação

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Vítima, de 19 anos, sofria agressões constantes do acusado, que já havia sido condendo por bater na ex e estava solto por bom comportamento

Bruna Ladislau Barbosa. moradora de Itapevi, de 19 anos, foi espancada até a morte e deixada num pronto socorro em Osasco/Fotos: Redes Sociais

Bruna Ladislau Barbosa morreu após ser largada em um hospital em Osasco, depois de ter sido espancada pelo namorado. A jovem, segundo os familiares, vinha sendo agredida constantemente dentro de casa, onde morava, em Itapevi, inclusive tendo os gritos ouvidos pelos vizinhos.

O suspeito de ter matado Bruna, identificado como Michael Francis, já havia sido condenado, em 2019, a mais de cinco anos de prisão por ter agredido uma outra namorada, mas foi solto por bom comportamento. Ele fugiu depois de ter deixado a vítima num pronto-socorro em Osasco. À família, o agressor chegou a dizer que havia encontrado Bruna na rua, ferida, vítima de tentativa de assalto. “Ele foi até a minha casa e falou que tinha socorrido ela”, contou a mãe de Bruna.

Polícia considera Michael como principal suspeito, ele já havia sido condenado a mais de cinco anos de prisão por espancar uma ex-namorada mas foi solto antes por bom comportamento

A polícia considera Michael como principal suspeito porque vizinhos e operários que trabalhavam numa obra ao lado disseram ter ouvido as vezes em que ele a espancava. “Toda vez que a mãe dela ligava para ela, parecia que ele estava do lado dela, impedindo que ela contasse o que realmente estava acontecendo”, comentou um tio de Bruna.

Considerado foragido pela polícia, o acusado é procurado por feminicídio. Segundo a delegada responsável pela investiação, os depoimentos das testemunhas ouvidas até agora o apontam como autor do crime. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Itapevi, mesma delegacia que montou o processo que levou a sua prisão anterior.

“Isso mostra quanto é ruim as pessoas não se ‘intrometerem’ quando deveriam. Aquilo de não meter a colher, é o contrário! Tem que comunicar as autoridades, tem que ir na delegacia, ligar no 190, onde tiver a oportunidade, mas tem que comunicar”, declarou a delegada Francine Imene Ibrahin, responsável pelo caso.

O atestado de óbito indica que Bruna, que morreu na madrugrada de segunda-feira, 19/5, sofreu hemorragia interna aguda, politraumatismo e agressões com objetos contundentes. Após entrar em contato com a família e levar um tio até onde ela foi deixada, o suspeito fugiu em um Chevrolet Prisma verde.

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