domingo, junho 23, 2024
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Mães denunciam falta de alimentação na Fieb de Aldeia da Serra

por: Redação

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Segundo relatos, unidade não tem cozinha, o que impede que estudantes tenham almoço, e alunos recebem pão todos os dias como principal refeição no turno

Mais uma unidade da Fieb tem sido motivo de críticas de mães e pais de alunos matriculados. Na semana passada o Barueri na Rede noticiou uma ação contra a Fieb Dagmar, onde um aluno com deficiência precisou entrar na Justiça para conseguir transporte para frequentar as aulas. Dessa vez, a Fieb da Aldeia da Serra foi motivo de denúncia por estar fornecendo pão como alimentação diária para os alunos.

A mãe de um estudante se declara inconformada com o fato de a unidade não ter cozinha, e com isso não conseguir fornecer almoço para os alunos, e servir diariamente pão como alimento principal no turno escolar. “Falei com todo mundo que pude, até com a nutricionista de lá. Ela me respondeu que não tem nada de errado, já que tem carboidrato, uma proteína e fruta. Pão com algum tipo de carne como alimento principal?”, comentou, indignada.

Como alguns alunos têm compromisso depois do período escolar, como o caso dos que estão no último ano e fazem cursinho, houve a iniciativa de levar uma marmita para a escola, o que teria sido proibido pela Fieb. “Servem pão e não deixam que os alunos levem comida de casa porque não daria pra esquentar as marmitas, e virem-se com pão?”, questionou uma das mães que procurou o BnR.

Na página da Fieb constam as informações de que as unidades contam com uma estrutura ampla, entre laboratórios, cozinha e praça de alimentação, o que, segundo alguns pais, não reflete a realidade da escola da Aldeia da Serra. “Meu filho prestou o vestibular e passou. Foi uma alegria imensa, já que a Fieb, em especial essa, seria perfeita né”, contou uma leitora. “Mas o retorno que tivemos foi nenhum. Os retornos foram nada e enquanto isso nossos jovens continuam largados”, avaliou a mãe.

O BnR procurou a Fieb e a prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom),  apresentou os relatos recebidos e questionou as informações passadas, mas até o momento da publicação dessa reportagem não obteve resposta.

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