segunda-feira, maio 16, 2022
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Linha 8 – Diamante da CPTM é campeã em casos de vandalismo

por: Redação

 Número de depredações durante pouco mais da metade deste ano já supera o total de 2016

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O custo para troca de um para-brisas é de R$ 15 mil. Foto: Reprodução TV Globo

A Linha 8 – Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), é a que mais tem sofrido com ataques externos de vandalismo. O prejuízo estimado no ano passado chegou a R$ 610 mil, com gastos na reparação de 48 para-brisas que foram quebrados por pedras atiradas contra as composições. Somando os ataques nas outras linhas, o gasto da empresa foi de R$ 2,8 milhões na troca de 192 vidros e janelas.

De janeiro a junho deste ano, os episódios de vandalismo na linha que liga as estações Júlio Prestes a Itapevi, com extensão operacional até a estação Amador Bueno, ultrapassaram em muito o número do ano passado. Foram trocadas 61 peças com gasto de quase R$ 1 milhão com os concertos. Para se ter uma ideia, a segundas colocadas foram as linhas 12-Safira e 10-Turquesa, com 38 casos cada.

Cada vez que um trem é afetado por ataques e precisa da troca de alguma peça, é levado para a oficina da CPTM, que fica no pátio de Presidente Altino, em Osasco. Além de ser recolhido no dia da ocorrência, durante o concerto o trem fica fora de circulação por dois dias. Com um número menor de trens circulando, a linha fica prejudicada e com a velocidade reduzida, atrapalhando o trajeto de passageiros.

A CPTM diz que investe em segurança para dificultar que episódios de vandalismo aconteçam, e que tem reforçado o patrulhamento pela malha ferroviária. A empresa pede a colaboração dos usuários, que podem fazer denúncias anônimas pelo serviço de atendimento ao usuário, no telefone 0800-05-50-121.

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