segunda-feira, junho 24, 2024
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Fotógrafo de Barueri recebe Prêmio África Brasil por seu trabalho

por: Redação

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Moah Mattos recebeu prêmio que homenageia pessoas por seu trabalho para a inclusão dos afrodescendentes e no combate à intolerância e ao racismo

Cerimônia ocorreu no dia da celebração do Dia da África no Memorial da América Latina/Foto: Eliasibi Rosa de Lima

O fotógrafo barueriense Moah Mattos recebeu esta semana, no Memorial da América Latina, o Prêmio África Brasil 2022 na categoria Arte e Fotografia pela contribuição de seu trabalho no desenvolvimento da comunidade negra no Brasil. O prêmio é oferecido anualmente pelo Centro Cultural Africano, entidade criada em 1999 pelo rei Adekunle Aderonronu para fortalecer o intercambio entre o Brasil e a África.

O Prémio África Brasil é entregue sempre em 25 de Maio, quando se celebra o Dia de África. Seu objetivo é homenagear personalidades, empresas e governos que se destaquem em projetos e ações sociais que contribuam para a inclusão sociocultural dos afrodescendentes, com intuito de combater o preconceito, a intolerância, a xenofobia e o racismo.

Em 2022, além de Moah, foram contemplados, entre outros, a atriz Isabel Fillardis, o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, a escola de samba Nenê da Vila Matilde e o embaixador de Camarões no Brasil, Martial Tchenzette.

Trabalho roda o mundo

Moah tem 49 anos, nasceu na Bahia e está em Barueri desde os 15 anos de idade. Aqui, trabalhou como motoboy e pizzaiolo, foi dono de bar e restaurante, atuou como representante de empresas.

Sua relação com a fotografia começou cedo. Ainda menino, era ele quem sempre fotografava os encontros da família. “Por isso, tenho poucas fotos minhas na infância e adolescência”, lembra.

Entre os trabalhos de Moah estão ensaios sensuais, personagens e panoramas, como o por do sol/Foto: Moah Mattos

A atividade séria mesmo começou em 2010, quando comprou seu primeiro equipamento profissional. A partir daí, desenvolveu sua técnica e passou frequentar movimentos fotográficos em todo mundo e participar de festivais.

Entrou para grupos de divulgação, debate e trocas de experiências, como Guru Shot e World in W&B, este voltado para a trabalhos em preto e branco, e sua produção foi parar em catálogos de autores premiados em países da Europa, América e Ásia.

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