domingo, junho 26, 2022
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Empresa de Barueri “veste” instrumentos no Rio e em São Paulo

por: Redação

Instrumentos de grandes escolas serão decorados por agência de comunicação barueriense

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Instrumento da bateria da Unidos de Vila Maria/Fotos: BnR

Quando passarem pela avenida, as baterias de várias escolas de samba paulistanas e cariocas estarão carregando um pouquinho de Barueri. Seus instrumentos vão estar decorados por adesivos produzidos por uma empresa daqui.

A Everest Marketing, agência de comunicação visual barueriense, decidiu este ano entrar no setor de revestimento de instrumentos de escolas de samba. Por enquanto, já fechou com Mocidade Alegre, Unidos de Vila Maria e Barroca Zona Sul, todas de São Paulo, e a carioca São Clemente. Além disso, está negociando com outras agremiações.

Com o negócio, o empresário Everaldo Lima, dono da empresa, uniu o útil ao agradável. Criado dentro da escola de samba Raízes, do Jardim Silveira, ele é assíduo frequentador das quadras de São Paulo e do Rio e agora leva sua experiência em comunicação visual para as baterias.

Ele percebeu a oportunidade ao notar que nos últimos anos as agremiações vêm caprichando cada vez mais no trabalho de adereçagem dos instrumentos. Até que numa conversa com o diretor de bateria da Unidos de Vila Maria, mestre Moleza, fechou com ele o trabalho para a escola.

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Everaldo já começa por Rio e SP

Moleza gostou, indicou para outros diretores e o trabalho da Everest começou a se espalhar. “Ele me abriu as portas para outras escolas”, explica Everaldo. “E o mercado do carnaval é muito grande na área de comunicação visual, que é a nossa especialidade”. A Everest atua no setor em vários tipos de publicidade, de adesivos a outdoors.

Everaldo ainda não pode tornar público seu trabalho porque as escolas exigem sigilo para fazer a surpresa no desfile. Por isso, depois de revestir os instrumentos, elas cobrem um por um com papel. A exceção deste ano ficou por conta da Unidos da Vila Maria, que tem como tema Nossa Senhora Aparecida. Por achar que seria um desrespeito cobrir a imagem da santa, a agremiação permitiu que a adesivagem dos instrumentos ficasse exposta.

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