segunda-feira, junho 24, 2024
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Dono do Empório Bethaville está internado e ainda não prestou depoimento

por: Redação

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Silvio Mazzafiori ainda não deu sua versão à polícia sobre o episódio em que discutiu e ameaçou cliente que tinha laptop sobre a mesa de seu estabelecimento

Silvio Mazzafiori, dono do Empório Bethaville, está hospitalizado e comunicou as autoridades sobre sua situação. O empresário ainda não prestou depoimento à polícia sobre a acusação que pesa contra ele de ter ameaçado um cliente que portava um notebook na mesa do estabelecimento, ignorando o aviso sobre a proibição do uso do espaço para reuniões de trabalho.

A defesa de Silvio encaminhou à Delegacia Central de Barueri um documento afirmando que ele está internado no hospital Albert Einstein, onde está sendo submetido a exames.

Conforme trecho do documento assinado pelos advogados de Silvio, “o peticionário se encontra hospitalizado, desde o início da manhã de hoje (dia 5/2), junto ao Hospital Albert Einstein, estando ainda em atendimento, em razão de queda sofrida no final de semana, para exames médicos e análise de necessidade, ou não, de passar por procedimento cirúrgico.”.

O caso que repercutiu nacionalmente viralizou nas redes sociais. O proprietário do Empório Bethaville foi filmado pelo cliente que estava com um notebook sobre a mesa do estabelecimento. Apesar do aviso de proibição exposto sobre a mesa, o cliente argumentou que estava consumindo no local. A discussão acalorada acabou fora do estabelecimento com o dono da padaria portando um pedaço de pau, correndo atrás do cliente e proferindo ameaças.

Alan Barros, o cliente que sofreu as ameaças, tem usado as redes sociais, canais de televisão e veículos de notícias para contar sua versão. Ele e seu advogado afirmaram que a padaria retirou das mesas o aviso que proibia o uso de computadores o que, segundo eles, seria uma admissão de que a regra é ilegal.

Eles também têm criticado o papel de policiais que estavam no local na ocasião e não fizeram nada diante das ameaças e tentativas de agressão. Os dois reafirmam que vão levar o caso à Corregedoria da Polícia Civil alegando que houve omissão dos agentes.

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