quarta-feira, julho 24, 2024
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Barueri não está entre cidades que receberão primeira remessa da vacina Qdenga

por: Redação

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Ministério da saúde priorizou 512 cidades com alto índice de transmissão para receber imunizante contra a dengue

Apesar do alerta emitido pelo Ministério da Saúde de que o número dos casos de dengue deve aumentar em grande parte do Brasil, diversas cidades ficaram de fora da lista das 521 que receberão a primeira remessa da vacina Qdenga. Inclusive, há um grande risco de a região Sudeste enfrentar uma epidemia, conforme o informe da pasta.

Em todo o estado de São Paulo, apenas municípios da região do Alto Tietê foram selecionados para receber as primeiras levas da vacina e Barueri, não foi contemplada.

Conforme informado pelo Ministério da Saúde, foram priorizados municípios com mais de 100 mil habitantes, com alto índice de transmissão da doença e incidência do sorotipo 2 do vírus no período de 2023 a 2024.

Segundo o Censo, Barueri tem 316.473 habitantes e no ano anterior registrou oficialmente, ao todo, 928 casos de dengue, conforme os dados do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica).

O início da imunização está previsto para fevereiro e priorizará crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos, por ser esta a faixa etária com maior incidência de casos da doença, ao lado dos idosos, que ainda aguardam para ser incluídos no cronograma.

O governo federal prevê a vacinação de 3,2 milhões de pessoas em 2024. Aproximadamente 757 mil doses do imunizante Qdenga chegaram ao Brasil no dia 20/1, sábado. Há 9 milhões de doses já contratadas para 2025.

Em todo o país já foram registrados 120.874 casos prováveis da doença e 12 mortes somente neste começo de ano.

A lista completa das cidades que receberão a primeira remessa do imunizante pode ser conferida no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue/vacinacao

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1 Comentário

  1. Olá. Sugiro que vocês façam uma reportagem falando sobre a dificuldade de fazer exames na rede pública de Barueri. Minha mãe de mais de 70 anos está na fila de espera para fazer uma tomografia de coerência óptica e uma angiofluoresceinografia há mais de um ano e não consegue fazer. Já tentei resolver direto com a secretaria de saúde através da ouvidoria, mas respondem de forma genérica que devido a alta demanda, é natural a demora. Infelizmente, o mesmo vale para consultas de retorno nesse hospital. Era fácil de fazer exames enquanto eram realizados no centro de diagnósticos, a partir do momento que mudaram para o Francisco Moran, é praticamente impossível conseguir ser atendido, sem falar que a maior parte dos recepcionistas desse hospital são grossos e despreparados, e só sabem bater papo e mexer no celular quando deveriam atender o excesso de pessoas aguardando a senha ser chamada e a demora para chamar é de pelo menos duas horas.

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