segunda-feira, junho 24, 2024
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Barueri está fora da área recomendada para vacinação da febre amarela

por: Redação

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Segundo a Coordenadoria de Vigilância em Saúde, não há motivo para pânico nem correria aos postos de saúde

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Vacinas só devem ser tomadas por quem for para áreas de risco

A confirmação de casos de febre amarela no Brasil, ocorridos em janeiro deste ano, provocou uma onda de temor em vários estados. Em São Paulo, foi registrada uma morte em Santana de Parnaíba, deixando os moradores de cidades vizinhas em alerta.

Em Barueri, a Vigilância em Saúde afirma que situação está sob controle e, segundo Rosana Perri Andrade Ambrogini, coordenadora do órgão, não há necessidade de que a população corra para os postos de saúde. Em nota distribuída pela Secretaria de Comunicação do município (Secom), Rosana explicou que “não existe necessidade de tomar vacina de maneira indiscriminada. A cidade tem as doses, mas só serão vacinadas aquelas pessoas que realmente vão para alguma área de risco. Não existe até o momento febre amarela em Barueri”.

A indicação geral é de que as pessoas procurem pela vacina apenas se forem viajar para as áreas endêmicas, como Minas Gerais, onde ocorre a maior presença da doença. O morador que for viajar e quiser saber se é preciso se vacinar ou não pode se informar na Coordenadoria de Vigilância em Saúde de Barueri pelos telefones 4163-1049 e 4198-2630.

Novos dados

No dia 26 de janeiro, o Ministério da Saúde atualizou os dados sobre a doença no país. Segundo o órgão, foram registrados 550 casos suspeitos. Desses, 72 foram confirmados e 23 descartados. Dos 105 óbitos notificados, 40 foram confirmados e os outros 65 estão sendo investigados.

Como o Aedes aegypti é um dos possíveis transmissores da doença, prevenir a proliferação do mosquito é a forma de evitar não apenas a chegada da febre amarela, mas também da dengue, zika e chikungunya.

Em Barueri, a população tem sido convocada para mudar os hábitos e ajudar no combate ao mosquito transmissor. O temor é de que os casos de doenças causados pelo Aedes aegypti em 2017, como a dengue, sejam maiores que os registrados no ano anterior. Em dezembro de 2015, o sistema de saúde de Barueri entrou em estado de alerta devido aos casos registrados no município.

Leia matéria: Medo de epidemia põe saúde de Barueri em alerta

A febre amarela apresenta dois ciclos de transmissão distintos, o silvestre e o urbano. No ciclo silvestre, os macacos são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus e os vetores são alguns gêneros de mosquitos. No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos, no caso os Aedes aegypti que estão infectados. Em ambos os casos, o mosquito é o responsável pela transmissão da doença.

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