sexta-feira, abril 19, 2024
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Uber é apedrejado por manifestantes em frente ao Arsenal de Guerra

por: Redação

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Carro foi atacado na manhã de domingo quando conduzia quatro jovens. O veículo foi danificado e uma das passageiras se feriu sem gravidade

Um veículo que atende ao serviço de Uber foi apedrejado por manifestantes que estão acampados diante do Arsenal de Guerra, na rodovia Marechal Rondon, região central de Barueri. Segundo o condutor, que registrou a ocorrência na Delegacia Central de polícia, seu carro foi alvejado  por volta de 5 horas do domingo, quando levava quatro passageiras de Carapicuíba para Barueri. 

De acordo com seu relato, quando passava pelo local, alguém de outro veículo gritou “Lula” na direção dos manifestantes. Imediatamente, o Uber foi atingido por várias pedras, que danificaram a lataria e quebraram vidraças do carro. Uma das pedras atingiu uma das passageiras.

Uma das pedras quebrou um dos vidros do carro a atingiu uma passageira

Percebendo que as pessoas haviam confundido os carros e preocupado que algo grave acontecesse, o motorista parou o veículo e baixou o vidro para conversar com as pessoas. Segundo seu relato, ao ouvir que ele trabalhava como condutor de aplicativo, um homem teria se dirigido a um carro para pegar alguma coisa. Temendo que pudesse ser uma arma, ele arrancou com o automóvel.

Mais adiante, ele afirma ter tentado contato com a Guarda Municipal e com a Polícia Militar, mas diante da demora em ser atendido, optou por dirigir-se à delegacia para registrar a ocorrência.

As quatro moças que estavam no carro confirmaram a versão do motorista e se prontificaram a depor como testemunhas. Foi solicitada a perícia do veículo pra o Instituto de Criminalística (IC) e exame de corpo de delito da jovem ferida para o Instituto Médico-Legal (IML).

Manifestação começou dia 2 e nenhum incidente havia sido registrado

A manifestação diante do Arsenal de Guerra começou no dia 2/11 e se mantém no local desde então. Os manifestantes protestam contra a eleição de Lula para a presidênvcia e também por duvidarem da lisura da eleição deste ano. Eles pedem que as Forças Armadas promovam uma intervenção que anule as eleições.

Desde que o movimento se iniciou, todos os dias grupos de pessoas, a maioria usando as cores verde e amarelo, se concentram nas proximidades da entrada da unidade militar. Nos fins de semana, centenas de manifestantes comparecem à manifestação, mas nos dias úteis a presença é menor.

Apesar de queixas de motoristas que alegam que o movimento atrapalha o trânsito, até domingo não havia sido registrado nenhum incidente no local. Em geral, quando motoristas passam gritando palavras contra o ato, a reação vinha sendo apenas de respostas orais.

 

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