segunda-feira, maio 27, 2024
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Polícias Civil e Militar auxiliam nas investigações do sumiço de armas do Arsenal

por: Redação

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Armamento é de responsabilidade do Exército, que não registou boletim de ocorrência sobre o caso. Pelo menos 480 militares continuam aquertelados

Militares continuam aquartelados, sem contato com familiares, durante as investigações sobre o sumiço das 21 armas

As investigações sobre o paradeiro das 21 metralhadoras, 13 delas capazes de derrubar aeronaves, que sumiram do Arsenal de Guerra de Barueri, ganharam a colaboração não oficial das polícias Civil e Militar de São Paulo. A decisão foi anunciada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado após quase uma semana do sumiço do armamento, que foi percebido durante vistoria no paiol do Arsenal em Barueri.

Como o Exército não registou boletim de ocorrência sobre o sumiço do armamento, o apoio das polícias será feito na busca por informações e monitoramento de onde as armas poderiam estar. O secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, comentou, por meio das redes sociais, que a situação pode ser catastrófica para a socidedade.

Como ainda não se sabe a data exata em que as metralhadoras foram retiradas do local, o Exército trabalha com a hipótese de que elas não tenham sido removidas de uma vez, e sim furtadas em remessas. A capacidade de fogo das 21 armas é alta, consideradas de grosso calibre, sendo que 13 delas podem ser utilizadas para derrubar aeronaves. Pelo menos 480 militares permanecem aquartelados no Arsenal de Guerra de Barueri, e tiveram seus celulares recolhidos enquanto as investigações são feitas. A gravidade do caso levou o Exército a enviar, de Brasília, um oficial de alta patente para a unidade.

Trata-se do general Aquiles Furlan Neto, chefe do departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro, um dos oficiais responsáveis pelo controle e manunteção de todo armamento do Exército em território nacional, que está responsável pela investigação do caso e estaria ouvindo todos os 480 militares, entre praças e oficiais, para saber como foi a rotina deles nos dias que antecederam o desparecimento das 21 armas.

 

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