segunda-feira, julho 4, 2022
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Movimento contra ônibus a R$ 4,20 continua na terça-feira, 17/1

por: Redação

Grupo pede que prefeito revogue aumento das passagem de ônibus autorizado no final do ano, entre outras reivindicações

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Ato do dia 9/1 terminou em frente ao prédio da prefeitura. Fotos: BnR

O grupo denominado Lutas Populares Barueri, criado por usuários dos serviços públicos de Barueri, convocou para a próxima terça-feira, 17/1 novo protesto contra o aumento da tarifa de ônibus. O local da concentração será novamente o terminal rodoviário do centro, ao lado da estação da CPTM, às 16 horas.

O movimento nasceu da insatisfação de cinco amigos com o aumento autorizado pelo ex-prefeito Gil Arantes nos últimos dias do seu governo. Depois da primeira manifestação, dia 4/1, convocada informalmente pelos jovens descontentes, os organizadores decidiram criar um grupo formal, o Lutas Populares Barueri.

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Protesto na avenida Henriqueta

Na segunda-feira, 9/1, o grupo realizou outro protesto que terminou na frente da sede da prefeitura. Esse segundo ato já foi coordenado com movimentos com os mesmos objetivos das cidades vizinhas, como Osasco, Carapicuíba, Itapevi e Cotia.

A convocação está sendo feita principalmente pelas redes sociais na página 3ª Manifestação contra os 4,20 da passagem – Barueri no Facebook.

O que quer o movimento

O principal objetivo do movimento é sensibilizar o prefeito Rubens Furlan para que seja revogado o aumento autorizado no final da gestão anterior. Segundo os líderes do grupo, isso não seria novidade, já que os novos prefeitos das cidades de Guarulhos, Mauá e Jandira cancelaram aumentos concedidos em dezembro pelos seus antecessores.

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Trânsito interrompido no bulervar

Também são citadas as decisões do prefeito de São Paulo, João Dória, e do governador do estado, Geraldo Alckmin, de congelarem em 2017 as tarifas de ônibus municipais, trens e metrô. “Isso faz com que a tarifa em Barueri seja 10% mais cara que a praticada em São Paulo, um cidade infinitamente maior”, afirma um dos organizadores.

Outras reivindicações são relacionadas ao monopólio do serviço, exercido exclusivamente pela Benfica em Barueri. Para o grupo essa exclusividades leva o atendimento da população abaixo do desejado. Ônibus lotados nos horários de pico, tempo de espera excessivo em períodos de baixa procura e finais de semana e falta de treinamento dos funcionários da prestadora estão entre as reclamações.

Críticas nas redes sociais

Outros esclarecimentos considerados necessários pela organização dizem respeito às críticas que o movimento tem recebido nas redes sociais que, apesar de serem em menor número que as palavras de apoio, preocupam o grupo.

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Organização procura evitar excessos

A principal crítica se refere ao local e horário em que as manifestações ocorrem. No entender dos organizadores, o movimento deve abranger o maior número de usuários do sistema possível, já que todos serão beneficiados. Para tanto, terminal do centro da cidade no horário de pico é o cenário ideal para que mais pessoas tomem conhecimento e se juntem à manifestação.

Lembram também que, desde o primeiro ato, a intenção é de caminhar pelo centro da cidade e depois se dirigir para a frente da prefeitura, mas que foram impedidos disso pela polícia na primeira manifestação.

Sobre os excessos cometidos por algumas pessoas, a organização afirma que procura controlar os participantes, mas que nem sempre é possível coibir ações individuais.

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