Em Barueri são 220 casos confirmados, 974 prováveis, 754 em investigação, 8 casos de dengue com sinais de alarme e média de 68 registros a cada 100 mil habitantes
O estado de São Paulo chegou à a marca de 481.372 casos prováveis de dengue. São 361,145 registros confirmados, 8.685 casos de dengue com sinal de alarme, 703 casos graves da doença, com 344 mortes confirmadas e 490 em investigação, até o o primeiro dia de abril.
O governo paulista havia decretar situação de emergência para a dengue no dia 19/2, quando foi atingido o índice de 300 casos confirmados da doença para cada 100 mil habitantes.
Na região, Osasco lidera o ranking com 3.220 registros confirmados, 3.920 casos prováveis, 700 em investigação, 50 casos de dengue com sinais de alarme, 3 casos graves e 3 mortes em investigação, com uma média de 440 casos a cada 100 mil habitantes.
Em seguida está Santana de Parnaíba, que registra 489 casos confirmados e 931 prováveis, 442 casos em investigação, 23 de dengue com sinal de alarme, nenhuma morte e nenhum caso de dengue grave, com uma incidência de 310 casos da doença a cada 100 mil habitantes.
Itapevi, tem 433 casos confirmados, 764 casos prováveis, 331 casos em investigação, 8 casos de dengue com sinal de alarme, 2 mortes sob investigação e nenhuma morte confirmada, e média de 185 casos a cada 100 mil habitantes.
Barueri aparece na quarta colocação na região, com 220 casos confirmados, 974 casos prováveis, 754 em investigação, 8 casos de dengue com sinais de alarme, 1 caso de dengue grave, com uma média de 68 casos a cada 100 mil habitantes.
Para evitar a proliferação do Aedes Aegypti, o mosquito transmissor da dengue e de outras arboviroses, é indicado tomar medidas como cobrir, furar, tampar e emborcar ou guardar em local protegido da chuva os recipientes que possam acumular água; guardar garrafas, pneus e outros objetos em locais cobertos ou descartar de forma correta; eliminar ou furar os pratinhos de vasos de plantas; lavar os comedouros e bebedouros de água dos animais com esponja e sabão para retirar os ovos presos nas laterais duas vezes por semana; respeitar o dia e hora de coleta do lixo; deixar latinhas, potinhos e outros recipientes recicláveis em local coberto; tapar ou telar adequadamente caixas d’água, barris, tambores, tanques; limpar as calhas e lajes, fazer reparos ou manter as saídas de água desobstruídas sem folhagens e sujeiras; tampar os ralos, vasos sanitários e caixas de descarga em desuso.