quinta-feira, abril 18, 2024
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Arsenal de guerra de Barueri tem 21 metralhadoras furtadas, 13 são antiaéreas

por: Redação

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Enquanto comando investiga o caso, militares permenacem reclusos, como determina norma das Forças Armadas. Ainda não há suspeitos do crime

Diversas armas de grosso calibre foram furtadas do Arsenal de Guerra de Barueri. Das 21 metralhadoras que sumiram, 13 são antiaéreas calibre .50, capazes de derrubar aeronaves. O crime aconteceu na quarta-feira, 11/10, véspera de feriado de Dia das Crianças, mas o sumiço do armamento foi confirmado pelo Comando Militar do Sudeste somente na tarde dessa sexta-feira, 13/10.

Uma metralhadora antiaérea das 13 que foram furtadas pode custar R$ 150 mil no Paraguai e ter o dobro do valor no mercado negro no Brasil

Uma única metralhadora do modelo calibre .50, igual às que foram furtadas do quartel, pode custar R$ 150 mil e ter o valor dobrado no mecado clandestino no Brasil. Ainda sem identificação de como o furto aconteceu, os militares que estavam na unidade do paiol durante o ocorrido, permancem reclusos, sem contato com familiares e amigos, já que tiveram os celulares recolhidos pelo comando do Arsenal. A medida é padrão das Forças Armadas em casos como esse.

Nas redes sociais, familiares relatam dificuldade em falar com os militares que estão aquartelados e se queixam da falta de informações e diálogo com representantes do Arsenal. “Meu marido está desde quarta-feira sem telefone…todos lá sem previsão de sair porque é óbvio que foi feito por gente grande”, diz uma comentário. A noiva de um outro militar afirma que o contato tem sido feito por um telefone do quartel, e muito rapidamente. “Eles ligam e quase não conseguimos conversar. Não temos notícias reais, não sabemos o que está acontecendo lá dentro”, afirma.

Em Barueri, a Polícia Civil afirma que tem ciência do caso e foi instaurado processo administrativo pelo Comando Militar do Sudeste. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP/SP) não se pronunciou sobre o caso.

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