Centro Jaraguá-Mirim será reaberto no Imperial no domingo

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De início, espaço atenderá 500 alunos com aulas de informática, circo, violão popular e clássico, baby balé, balé infantil, jazz, artes e coral

No domingo, 18/3, a partir das 10 horas, o Centro Comunitário Jaraguá-Mirim será reaberto no Parque Imperial. O espaço foi reformado e passará a oferecer diversas atividades para os moradores do bairro.

Centro foi totalmente reformado para voltar a atender os moradores do Imperial/Fotos: Divulgação
Centro foi totalmente reformado para voltar a atender os moradores do Imperial/Fotos: Divulgação

A obra do governo municipal, recém-concluída, está localizada na rua Otacílio Alves Martins, 514, no Parque Imperial, em terreno de 3.618 metros quadrados e ocupa mais de 800 metros quadrados de área construída.

Até então, o local estava destruído e sem nenhuma atividade. Foram realizados reparos na alvenaria do prédio, cobertura dos espaços, além de troca do piso.

O novo Centro Jaraguá-Mirim passa a ser administrado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. De acordo com a prefeitura, para que as atividades no local fossem retomadas “foi preciso reconstruí-lo”.

Com a reforma, o espaço oferecerá aulas de informática e ainda cursos de circo, violão popular e clássico, baby balé, balé infantil, jazz e artes (para crianças de quatro a 12 anos), e coral (para jovens acima dos 14 anos). A estimativa é que o centro atenderá aproximadamente 500 alunos.

A Secretaria de Esportes também participará do projeto, mas as aulas esportivas que serão ministradas no local ainda não foram divulgadas pela administração municipal.

Abandono

O centro comunitário, construído pela Associação Fazenda Tamboré, foi inaugurado em 2008 com grande pompa em plena campanha eleitoral que reelegeria Rubens Furlan como prefeito de Barueri.

Para muitos moradores, a intenção de construir o equipamento no local era fechar definitivamente a saída do Parque Imperial para o Tamboré e encerrar de vez o desejo de construir por ali um segundo acesso ao bairro, que não interessava à Associação.

As atividades do local duraram pouco e o centro foi abandonado. Com o tempo, vândalos e criminosos passaram a furtar tudo o que havia no local, até telhas, portas e tijolos. Aos poucos, a área passou a ser ponto de tráfico e consumo de drogas.

 

 

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